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AÑO III – VOLUMEN I      –         JUNIO 2016         –            ISSN 2346-920X

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Editorial

TRADUCCIONES

 

Donna Haraway

Identidad, diferencia, indistinción
Matthew Calarco

Durante las últimas décadas hemos presenciado la aparición y el crecimiento de numerosos enfoques en torno a los animales, tanto en el discurso teorético como en el práctico. En este artículo me concentro en tres importantes, aunque algo distintas, aproximaciones, las cuales han emergido durante este período y nos harían reconsiderar fundamentalmente los asuntos éticos, políticos y ontológicos en torno a la vida animal y la distinción humano/animal. Busco dar cuenta, de manera crítica, de dos de estos discursos capitales (a los cuales me acerco empleando las etiquetas de identidad y diferencia), al tiempo que se le da forma y contenido a una tercera aproximación emergente (la cual rotulo como indistinción). Mi objetivo, en lo que sigue, no radica ni en eliminar la primera de las aproximaciones en favor de la tercera, ni en establecer una dialéctica donde los primeros dos enfoques son subsumidos en el tercero, a la manera de una síntesis superadora. Por el contrario, examino las tres modalidades de pensamiento y praxis prestándole atención a su potencial transformador para las luchas por la justicia que involucran la vida animal y las relaciones humano-animal, subrayando sus respectivos límites y promesas mientras, al mismo tiempo, se sugiere la necesidad de incrementar la atención sobre aquellos discursos y prácticas examinados bajo la etiqueta de indistinción.

Nas últimas décadas presenciamos o surgimento de uma vasta variedade de análises teóricas e práticas no que concerne ao discurso sobre o animal. Neste artigo, eu foco em três importantes e distintas abordagens que emergiram no referido período, as quais nos permitem reconsiderar fundamentalmente as questões ontológicas, éticas e políticas em torno da vida do animal e da diferença entre o humano e o animal. Eu procuro tomar um posicionamento crítico em relação a dois destes principais discursos (os quais eu abordo sob a clave da identidade e da diferença), enquanto busco dar uma forma e um conteúdo adicional a terceira abordagem emergente (a qual eu rotulo como indistinção). Meu objetivo, no texto que se segue, não é eliminar as duas primeiras abordagens em relação a terceira e nem mesmo estabelecer uma dialética na qual as duas primeiras análises estariam submetidas à terceira, forma superior.  Pelo contrário, eu examino todos estes três modos de pensamento e de prática com os olhos direcionados ao potencial transfigurador de cada uma delas no que tange às lutas por justiça que envolvem a vida animal e a relação entre homens e animais, de maneira a ressaltar suas respectivas promessas e limites e, simultaneamente, sugerir a necessidade de aumentar a atenção sobre os discursos e práticas examinados através da clave da indistinção.


ARTÍCULOS

Políticas de la visión sobre el viviente animal: la línea que encierra y la línea que corta
María Julieta Silva Massacese

Durante las últimas décadas hemos presenciado la aparición y el crecimiento de numerosos enfoques en torno a los animales, tanto en el discurso teorético como en el práctico. En este artículo me concentro en tres importantes, aunque algo distintas, aproximaciones, las cuales han emergido durante este período y nos harían reconsiderar fundamentalmente los asuntos éticos, políticos y ontológicos en torno a la vida animal y la distinción humano/animal. Busco dar cuenta, de manera crítica, de dos de estos discursos capitales (a los cuales me acerco empleando las etiquetas de identidad y diferencia), al tiempo que se le da forma y contenido a una tercera aproximación emergente (la cual rotulo como indistinción). Mi objetivo, en lo que sigue, no radica ni en eliminar la primera de las aproximaciones en favor de la tercera, ni en establecer una dialéctica donde los primeros dos enfoques son subsumidos en el tercero, a la manera de una síntesis superadora. Por el contrario, examino las tres modalidades de pensamiento y praxis prestándole atención a su potencial transformador para las luchas por la justicia que involucran la vida animal y las relaciones humano-animal, subrayando sus respectivos límites y promesas mientras, al mismo tiempo, se sugiere la necesidad de incrementar la atención sobre aquellos discursos y prácticas examinados bajo la etiqueta de indistinción.

Nas últimas décadas presenciamos o surgimento de uma vasta variedade de análises teóricas e práticas no que concerne ao discurso sobre o animal. Neste artigo, eu foco em três importantes e distintas abordagens que emergiram no referido período, as quais nos permitem reconsiderar fundamentalmente as questões ontológicas, éticas e políticas em torno da vida do animal e da diferença entre o humano e o animal. Eu procuro tomar um posicionamento crítico em relação a dois destes principais discursos (os quais eu abordo sob a clave da identidade e da diferença), enquanto busco dar uma forma e um conteúdo adicional a terceira abordagem emergente (a qual eu rotulo como indistinção). Meu objetivo, no texto que se segue, não é eliminar as duas primeiras abordagens em relação a terceira e nem mesmo estabelecer uma dialética na qual as duas primeiras análises estariam submetidas à terceira, forma superior.  Pelo contrário, eu examino todos estes três modos de pensamento e de prática com os olhos direcionados ao potencial transfigurador de cada uma delas no que tange às lutas por justiça que envolvem a vida animal e a relação entre homens e animais, de maneira a ressaltar suas respectivas promessas e limites e, simultaneamente, sugerir a necessidade de aumentar a atenção sobre os discursos e práticas examinados através da clave da indistinção.


Animalidad en sentido exomoral
Aitor Erkizia Aranburu

Tanto las posiciones tradicionales de la Ética Animal como los más recientes Estudios Críticos Animales han protagonizado en las últimas dos décadas una confrontación ideológica en torno a la noción de animalidad que, más que posibilitar categorizaciones superadoras de lo que consideran generalmente un humanismo agresivo y caduco, lo consolida, a la vez que dificulta la aparición de cualquier variante con la suficiente radicalidad y coherencia para romper con su ámbito de sentido moral. Ninguna disciplina parece desafiar el fundamento racionalista ni de la apropiación de animales humanos o no-humanos, ni de la practicidad, utilidad, o cualquier otra finalidad de lo vivo. Es más, seremos más decisivos cuando estemos dispuestos a reconocer también en todo lo anterior su procedencia exomoral, fortuita, y a retomar, despojados ya de las necesidades de la metafísica, esta misma producción interpretativa de lo animal.

Tanto as posições tradicionais da ética animal como os mais recentes Estudos Animais Críticos têm estrelou nas últimas duas décadas um confronto ideológico em torno da noção de animalidade que, em vez de permitir que categorizações superadore do que é geralmente considerado um humanismo agressivo e decrépito, consolida, enquanto impedindo o aparecimento de qualquer variante com radicalidade e coerência suficiente para quebrar o seu campo de sentido moral. Nenhuma disciplina parece desafiar a base racionalista ou apropriação de recursos animais humanos ou não-humanos, ou praticidade, utilidade, ou qualquer outra finalidade da vida. Além disso, vamos ser mais decisiva somente quando estamos dispostos a reconhecer em tudo isto uma origem imoral, fortuito, e retorno, ter realmente deixado as necessidades de metafísica, a mesma produção interpretativa do animal. Palavras-chave: animais, moral, ética, Nietzsche


A vida contra o poder: anarquismo, comunidades e indistinção nas relações entre humanos e animais
Márcio Alexandre Buchholz & Carlos Alberto Oliveira

Este artigo visa estabelecer um diálogo entre as noções de “comunidade” da filósofa Vanessa Lemm e o conceito de “indistinção”, empregado pelo filósofo Matthew Calarco, com a crítica anarquista das relações de poderes nas sociedades ocidentais e seus mecanismos de controle biopolítico sobre as diversas formas de vida, na qual separa ontologicamente a humanidade da animalidade num viés de dominação e violência. Neste sentido, tal como adverte Calarco, a indistinção opera dentro da perspectiva que nega as hierarquias e as construções dicotômicas que reduzem ontologicamente os animais a seres reificados. Num caminho semelhante, Lemm nos convida a pensar sobre novas potencialidades de vivência em comunidades nas quais a vida em si mesma e não a linguagem tornam-se o elemento fundamental das relações e interações. Desta maneira, propomos neste artigo uma reflexão anarquista sensível às desconstruções ideológicas das concepções antropocêntricas de mundo.
Este   artículo   tiene   como   objetivo   estabelecer   un   diálogo   entre   las   nociones   de “comunidad”  de  la  filósofa  Vanessa  Lemm  y  el  concepto  de  “indistinción”,  empleado por  el  filósofo  Matthew  Calarco,  con  la  crítica  anarquista  de  las  relaciones  de  poderesen  las  sociedades  occidentales  y  sus  mecanismos  de  control  biopolítico  sobre  las diversas  formas  de  vida,  en  la  cual  separa  ontológicamente  la  humanidad  de  la animalidad bajo el punto de vista de la dominación y la violencia. En este sentido, como Calarco advierte, la indistinción opera desde la perspectiva que niega las jerarquías y las construcciones binarias que ontológicamente reducen los animales a seres reificados. De manera  similar,  Lemm  nos  invita  a  pensar  en  nuevas  posibilidades  de  experiencias  en comunidades donde la vida misma y no el lenguaje se convierte en el elemento clave de las  relaciones  e  interacciones.  Por  lo  tanto,  proponemos  en  este  artículo  una  reflexión anarquista  sensible  a  las  desconstrucciones  ideológicas  de  las  concepciones  antropocéntricas de mundo.
La cuestión sobre cómo hemos de considerar y tratar a los animales no humanos ha sido abordada por una gran cantidad de autores en distintos momentos históricos, sin embargo, en el proyecto de la ilustración existió cierta concordancia entre pensadores de diversas tradiciones como Bentham y Kant, quienes sostuvieron que la crueldad innecesaria para con los animales es algo injustificado; el primero sostenía que llegaría el día en que se les reconocerían derechos a los animales y hablaba de la existencia de obligaciones directas. Kant por su parte consideró que sólo podemos mantener obligaciones de tipo indirecto con los animales, pues afirmaba que para mantener obligaciones de tipo directo con los animales, ellos debían poder entender el contenido de la obligación.
Se ha considerado que la filosofía de Kant no es un buen punto de partida para fundamentar teóricamente los derechos de los animales, revisitaremos varios postulados de Kant a través de algunos textos de Christine Korsgaard, estudiosa del pensamiento kantiano, de la mano de quien podremos rescatar aspectos ético-jurídicos importantes de la obra de Kant, pues Korsgaard sostiene que a partir de los postulados del filósofo alemán se puede hablar perfectamente de obligaciones de tipo directo y por tanto de la titularidad de derechos morales que dan paso a derechos jurídicos para los animales, analizaremos los supuestos en los que Korsgaard critica el fundamento del estatus de propiedad de los otros animales y propone que estos sean considerados como fines en sí mismos.Palabras claves: derechos de los animales, Kant, Christine Korsgaard, interactuando con animales.A questão sobre como devemos considerar e tratar os animais não humanos tem sido abordada por uma grande quantidade de autores em distintos momentos históricos, no entanto, no projeto da ilustração existiu certa concordância entre pensadores de diferentes tradições como Bentham e Kant, que sustentaram que a crueldade desnecessária para como os animais é algo injustificado; o primeiro sustentava que chegaria o dia em que se reconheceria direitos aos animais e falava da existência de obrigações diretas. Kant, por sua vez considerou que somente podemos manter obrigações de tipo indireto com os animais, pois afirmava que para manter obrigações de tipo direto com os animais, eles deveriam poder entender o conteúdo da obrigação. Considerou-se que a filosofia de Kant não é um bom ponto de partida para fundamentar teoricamente os direitos dos animais, revisitaremos vários postulados de Kant através de alguns textos de Christine Korsgaard, estudiosa do pensamento kantiano, da mão de quem poderemos resgatar aspectos ético-jurídicos importantes da obra de Kant, pois Korsgaard sustenta que a partir dos postulados do filósofo alemão pode-se falar perfeitamente de obrigações do tipo direto e portanto, da titularidade de direitos morais que cedem lugar a direitos jurídicos para os animais, analisaremos os casos em que Korsgaard critica o fundamento do status de propriedade de outros animais e propõe que estes sejam considerados com fins em si mesmos.Palavras chaves: Direitos dos Animais, Kant, Christine Korsgaard, interagindo com animais.

“Otras naciones”: hacia una teoría de los derechos territoriales de los animales
Hugo Tavera

La filosofía política durante mucho tiempo se desentendió de la cuestión del territorio. Muy recientemente los filósofos se han aventurado a realizar preguntas como las que siguen: ¿existe propiamente un derecho al territorio?, ¿qué significa tener derecho al territorio?, ¿quién o quiénes tienen derecho al territorio?, ¿de dónde deriva dicho derecho?, ¿son los derechos territoriales equivalentes a los derechos de propiedad? Ahora bien, mientras las respuestas que se han ofrecido a algunas de estas interrogantes echan algo de luz sobre el ‘ problema del territorio’ , permitiendo, al mismo tiempo, aproximarse de un modo más esclarecedor y mucho más metódico a problemáticas tan actuales como la migración, el nacionalismo y la secesión, existe un aspecto de las cuestiones vinculadas al tema del territorio prácticamente inexplorado hasta ahora: los derechos territoriales de los animales no-humanos. Si los animales son el tipo de seres de quienes pueden predicarse derechos, ¿tienen los animales derechos al territorio? Este artículo intentará ofrecer una respuesta a tan importante y al mismo tiempo poco explorada cuestión por la filosofía política.

Por muito tempo a filosofia política negligenciou a questão do território. Apenas recentemente, os filósofos começaram a proferir as seguintes questões: Há efetivamente um direito a território? O que significa ter um direito sobre um território? Quem teria direito sobre certo território? Como este direito é justificado? Os direitos ao território são equivalentes aos direitos à propriedade? Ora, embora as respostas dadas a algumas destas questões lancem alguma luz sobre o tema, permitindo uma abordagem mais esclarecedora de problemáticas relativas à migração, ao nacionalismo e à secessão, há um aspecto virtualmente inexplorado até agora: os direitos territoriais de animais não-humanos. Se os animais são seres que podem possuir direitos, então eles podem ter direito ao território? Este artigo visa prover alguns elementos para começar a articular uma resposta a esta importante questão, ainda não explorada.


Política, técnica y animales no humanos: acerca del sentimiento de repulsión y asco
Jorge Vélez Vega

A través de un análisis realizado sobre la condición política del hombre, entendido como animal político, constituido en su ser gregario indistinto a otros animales, buscamos exponer la relación que encuentra el animal humano con la política y la técnica en dos instancias particulares, a saber, la del estado de naturaleza y la de la formación propiamente del Estado. Al explorar estas relaciones podemos pensar en el intersticio de la política y la técnica la relación de dominio que se tiene sobre los animales no humanos, que en su circunstancia onto-política se encuentran excluidos de las leyes de los Estados, pero incluidos en todas las técnicas de explotación y dominio. Al final hacemos un ejercicio de retrotracción para identificar una condición que subyace al dominio político y técnico sobre los animales, a saber, las sensaciones de repulsión y asco.

Através de uma análise realizada sobre a condição política do homem, entendido como animal político, constituído em seu ser gregario indistinto a outros animais, procuramos expor a relação que encontra o animal humano com a política e a técnica em duas instâncias particulares, a saber, a do estado de natureza e a da formação propriamente do Estado. Ao explorar estas relações podemos pensar no intersticio da política e a técnica a relação de domínio que se tem sobre os animais não humanos, que em sua circunstância onto-política se encontram excluídos das leis dos Estados, mas incluídos em todas as técnicas de exploração e domínio. Ao final fazemos um exercício de retrotracción para identificar uma condição que subjaz ao domínio político e técnico sobre os animais, a saber, as sensações de repulsión e asco.


El lado oscuro del perro en el mediodía de la post-explotación
Jorge Márquez

El ser humano todavía no ha sido capaz de escuchar la voz animal como un discurso alterno legítimo. Por supuesto, el tema no se refiere al desarrollo de aspectos científicos o tecnológicos sino más bien a la forma en que se piensa el hombre a sí mismo y, por consiguiente, la manera en que piensa el mundo y se relaciona con él. Si no podemos oírlo, es necesario pensar al animal; al pensar al animal es muy probable que podamos oírlo. En el caso de los animales domésticos, parece que la domesticación nos exime de este pensar porque, en alguna medida, el hombre se ocupa y cuida de ellos. Sin embargo, detrás de la vida de animales como el perro nos encontramos con una paradoja: a la vista se está produciendo una explotación que nadie ve. En las últimas décadas la filosofía ha tomado un giro en el que el ser humano se comienza a desplazar de su centro. Sin duda, las implicaciones éticas de este movimiento están favoreciendo ya el pensar para poder oír al animal. Asimismo, la literatura, que de muchas maneras ha pensado siempre a los animales, constituye un interesante material de base para enfocar el problema. La exploración del presente ensayo se sustenta, justamente, en la confluencia de estas dos miradas.

O ser humano não tem sido capaz ainda de escutar a voz animal como um discurso alternativo e legítimo. Com certeza, o tema não se refere ao desenvolvimento de aspectos científicos ou tecnológicos, mas à forma em que o homem pensa sobre si mesmo e, por consequência, à maneira em que pensa o mundo e se relaciona com ele. Se não podemos ouvi-lo, é necessário pensar no animal; ao pensar no animal é muito provável que possamos ouvi-lo. No caso dos animais domésticos, parece que a domesticação nos exime do pensar porque, em alguma medida, o homem se ocupa e cuida deles. Entretanto, atrás da vida dos animais, como o cachorro, nos encontramos em um paradoxo: Em um primeiro momento se está produzindo uma exploração que ninguém vê. Nas últimas décadas a filosofía há tomado um rumo no qual o ser humano começa a distanciar-se de seu centro. Sem dúvida alguma, as implicações éticas deste movimiento estão já favorecendo o pensar para poder ouvir o animal. Assim mesmo, a literatura, que de muitas maneiras há pensado sempre nos animais, constitui um interesante material de apoio para centrar o problema. A exploração do presente ensaio sustenta-se, justamente, em uma confluência destas duas abordagens.


ENTREVISTAS

ENFOC: Violencia Especista
Entrevista a la Lic. Romina Kachanoski por Lucía Arana

La violencia especista es un problema social emergente a escala planetaria que, lejos de prevenirse o erradicarse, se presenta como un recurso disponible para actuar en sociedad. El objetivo del presente trabajo consiste en introducir el término violencia especista y otorgar claves para su reconocimiento y erradicación.

A violência especista é um problema social emergente a escala planetaria que, longe de se prevenir ou se erradicar, se apresenta como um recurso disponível para actuar em sociedade. O objectivo do presente trabalho consiste em introduzir o termo violência especista e outorgar chaves para seu reconhecimento e erradicação.


ARTE

Instalação de vídeo. O reino
Ana B. & Nuno M. Pereira


RESEÑAS

Hacia un imperativo ético animalista/universal. Sobre sufre, luego importa. Reflexiones éticas sobre los animales, de Francisco Lara y Olga Campos
Mauro Pérez Bravo

En los territorios de una consciencia animal. Alejandro Lámbarry y “El otro radical”
Juan Rogelio Rosado Marrero

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